Arkhan Asilum

Uma Casa Séria

1.2.12

Breve F.A.Q. por Yahweh

Preciso Salvar a humanidade porque prometi que não iria mata-los todos de novo.

Pergunta: Como devo aparecer para os humanos para que saibam que sou Deus?

Resposta: Surgirei com a exata aparência de um humano para que todos saibam quem sou

P: Quando devo executar minha aparição para que o maior número possível de pessoas tenham acesso à minha mensagem?

R: Na Era de Bronze, muito antes da Imprensa ou da Internet

P: Santo Eu! Tem sofrimento e pecado por todos os lados, Como deverei iniciar meus trabalhos para salvar a humanidade?

R: Vou perambular e esperar por uns 30 anos

P: Na hora de começar, Como provarei aos humanos que sou Deus?

R: Vou realizar os mesmos milagres e curas pela fé que os charlatães realizam antes, durante e após minha ida à Terra

P: Será que eu deveria aprender a escrever para que minha mensagem seja registrada com exatidão ou encontrar um letrado para registrar minhas passagens em tempo real?

R: Não.

P: Quanto tempo devo dedicar à espalhar a mensagem até que tenha alcançado um numero suficiente de pessoas?

R: Três anos a pé deve ser o bastante para o mundo inteiro.

P: Depois que eu não puder mais acrescentar nada a minha mensagem, como posso garantir que será solidificada?

R: Varias décadas após minha morte, Vários resumos serão escritos por autores anônimos em diferentes países e em diferentes idiomas.

P: Como meus seguidores saberão distinguir os relatos dignos de confiança?

R: Escolherão os resumos mais populares e destruirão os demais

P: Qual sera o efeito do produto final depois de completo?

R: Será utilizado para monopolizar o poder e trancar o desenvolvimento do mundo ocidental, deixando-o em miséria e pobreza por mil anos

P: Será que deixei algo importante de fora?

R: Sim. China

30.1.12

Sacola

Ontem, pela primeira vez desde a nova “regra” auto-imposta pelos grandes supermercados, fomos fazer compras no Extra perto de casa.

Levamos algumas sacolas grandes já prevendo como seria no caixa, mas foi muito, muito pior. Pra levar tudo, precisaria de muito mais sacolas do que levamos e eu me nego terminantemente a comprar sacolas na boca do caixa.

Sei que pode parecer papo de gente velha, mas na minha cabeça os fatos aconteceram de uma forma um pouco diferente do que estão vendendo pra gente.

Primeiro que quem criou o “impacto ambiental” foram as próprias rede de supermercados.

Antigamente, nos caixas havia sacos de papel para embalar as compras. Numa iniciativa de reduzir custos, os mercados foram, numa velocidade assombrosa, já que “reduzir custos” move montanhas, migrando do saco de papel para as famigeradas sacolinha de plástico.

Mas, no novo século onde tudo é sustentável e biodegradável, perceberam que as porras das sacolinhas não degradam, será que alguém percebeu algum saquinho de papel misturado? Não. Porque papel degrada mais rápido do que o produto que ele servia pra embalar.

E era tudo o que o pessoal do marketing precisava pra reduzir ainda mais os custos das redes e, de quebra, descolar um novo produto pra vender ( pra não dizer empurrar goela abaixo) dos clientes que é a sacola durável, com preços de R$0,99 a R$2,99, e, impulsionando a venda dos carrinhos de feira.

E pau no cu do cliente, que se foda para levar suas compras para casa. Até um tempo antes de a regra valer ainda se encontrava caixas de papelão (que eu, particularmente, usava a mais ou menos um ano) próximo aos caixas para servir de alternativa, agora, não se encontram mais tais caixas. Se a ideia é ser ambientalmente sustentável, disponibiliza isso, e não empurra mais uma porra de uma sacola para vender.

Mas ficou parecendo que só eu fiquei inconformado, que eu que não quero me adaptar aos novos tempos. Novos tempos o caralho. Por mim, largava os quase quinhentos reais lá no caixa e ia embora.

E se existe uma ação que podemos fazer é essa. Encher um carrinho de compras, daquela que manteria sua casa por um mês e, ao passar tudo no caixa solicitar uma forma “ambientalmente sustentável” de embalar para levar pra casa sem custos adicionais, se o mercado não prover, largar tudo lá e ir embora.

Se umas 10 pessoas fizerem isso por dia, deve aparecer em alguma estatística. Eu vou fazer semana que vem.

Pela volta do saquinho de papel. ou caixa de papelão, ou desconto na compra pra comprar a porra da sacola retornável suficientes para sua compra.

24.1.12

E o Gu ainda tá de férias, e o Jorjão também. Duas situações não relacionadas até que o Jorjão resolveu passar uma semana em Bauru, terra onde mora hoje a Kel. Porque ele resolveu chamar a Alê pra ir junto e deu certo de eles irem.

Eu achei legal por vários aspectos, dentre os quais o que mais aparece é o que eu achei menos relevante, que é o fato de eu ficar com a casa só pra mim por uma semana.

Mas o que achei muito legal, foi o fato de eu ter ficado mais preocupado com o bem estar deles, de saber que eles estavam bem, que a viagem foi segura e que aproveitaram o passeio.

Depois veio o achar muito legal o desprendimento da Alê de se enfiar no carro e passear por uma semana fora de casa numa boa.

E depois veio o tema principal deste post.

Uma semana (ou quase) com a casa só pra mim. E os gatos.

Tirei o atraso dos videogames, fiquei pelado na sala, comi junk food, e dormi na cama de casal sozinho e totalmente espalhado.

Cuidar dos gatos é muito fácil. Areia, ração, agua, petiscos de agrado (sabor carne e salmão).

Depois de ter ficado umas 12 horas no videogame no sábado, umas 15 horas no domingo, 4 na segunda. Estipulei a meta de 50 horas até a Alê e o Gu voltarem. O que aconteceria na sexta. Depois de ter zerado o Assassins Creed Revelations, achei que sobraria tempo pra zerar o Mass Effect 2 (Que eu tinha q recomeçar porque ficou parado tanto tempo que eu tinha esquecido a história).

Daí fiquei sabendo que a volta seria antecipada em um dia. Isso fez a programação mudar, eu tinha que ficar um tempão pra pelo menos alcançar o mesmo ponto da história principal – embora eu tivesse realizado missões paralelas diferentes.

Enfim, Pra parar num ponto mais adiantado do que eu tinha abandonado da outra vez que me pus a jogar, teria que rolar uma maratona na noite de quarta feira, coisa que eu estava mais do que disposto a encarar. Dito e feito, gatos devidamente cuidados, junk food quentinha, até um cinzeiro e um maço de Malrboro estavam por ali.

Vale lembrar que eu não costumo fumar do jeito que fumava antes. Hoje em dia, fumo na companhia de amigos e álcool (dificilmente consumo álcool também, se não for na companhia de amigos, talvez daí venha a expressão má companhia, que são aqueles que não me deixam à vontade para beber e fumar). Mas como a noite prometia ser longa, se estendendo provavelmente até a manhã seguinte, resolvi prevenir.

Então veio a chuva, a princípio me preocupei com a sonolência que ela traria, e cheguei a cogitar deixar uma garrafa térmica com café bem forte também à disposição, mas considerei que, se fosse mesmo necessário, eu poderia prepara-la num momento de cansaço digital extremo (digital de dedos, mesmo).

Mas a chuva aumentava sua intensidade até que aconteceu o que eu temia; a eletricidade falhou.

O Playstation 3 tem um HD que o sistema gerencia com muito cuidado, por isso, a falha na eletricidade fez com que se iniciasse uma rotina de verificação de integridade de disco antes de me deixar voltar à carga. Alguns avisos com tom de ameaça apareciam constando a palavra corromper e perda de dados – pânico.

Mas sem maiores problemas, o jogo voltou. E lá fomos nós encarar os desafios galácticos do jogo.

Mas daí veio a pá de cal. A eletricidade falhou de novo. E dessa vez o sistema demorou mais para se reestabelecer. E a informação é que, se essa falha de eletricidade ocorrer num momento em que o jogo estiver gravando, as chances de dano ao disco são enormes.

E eu entendi o recado, Murphy, tão criativo, tinha batido na trave duas vezes, não ia perder o terceiro gol.

Desliguei tudo e fui dormir. Por que a quinta feira prometia.

18.1.12

Jipe

Daí que, sei lá quantos anos depois (uns 10 pelos cálculos preguiçosos) eu comprei um Jipe de novo.

Demorei pra encontrar um que atendesse aos meus altos padrões de qualidade e ao baixíssimos padrões financeiros, mas achei um meio termo que agradou. Olha umas fotinhas dele ai.


Logo que peguei o Jipe


Depois das mudanças recentes

Alguns detalhes estavam, já a algum tempo, me incomodando no jipe. Ele servia pro serviço exigido dele no dia a dia, que resume-se a me transportar de casa para o trabalho e retorno. Mas eu gosto tanto de Jipe que algumas melhorias se faziam necessárias.

O Jipe é de 1961, passou por sei la eu quantas mãos, cada um fazendo suas mudanças e manendo o que achava que valia a pena. Por isso ele ficou, pelo que eu já descobri até o momento, com as seguintes características

Motor 4 cilindros 2.5 OHC (do maverick e dos jipes da ford dos anos 70 / 80) – o original era um 6 cilindros

Cambio de 4 marchas – o original tinha 3

Direção hidráulica do Santana – a original não é hidráulica

Sistema de arrefecimento elétrico – o original é solidário do giro do motor

Freios a disco nas rodas dianteiras

Bancos mais confortáveis, pedais suspensos e mais umas coisinhas aqui e lá.

Sabendo que era um carro tão “fuçado” assim, eu esperava ter que realizar algumas intervenções num curto espaço de tempo. Não deu outra, Motor de arranque foi o primeiro, seguido por uma correção de alguma merda que fizeram na instalação elétrica do alternador.

Mas tinha três coisas incomodando que resolvi agora em janeiro.

Os bancos ficavam numa posição muito alta pra alguém com mais de 1,5 m de altura, de forma que eu ficava com a parte superior do para-brisa bem no campo de visão, me forçando a alguns contorcionismos para enxergar placas e semáforos.

A suspensão estava, num linguajar de caminhoneiro / mecânico, “cansada”, ou seja, as molas tinham sofrido alguma deformação por fadiga, além de deixar o jipe perceptivelmente penso para o lado esquerdo

Não tinha banco traseiro, o que limitava o total uso, já que não dava pra levar o Gu.

Metido que sou, levei num mecânico especializado em Jipes aqui de GRU. Depois de quase 3 semanas e uns 3 retornos pra reclamar de serviço mal feito, alguns gastos além do planejado e algum confronto com o mecânico orelha seca, ficou 80% bom.

Já tem banco traseiro, mas ainda não tem cinto (ou seja, não tem capacidade para mais do que 2 passageiros). E a posição do banco traseiro instalado não é a melhor possível, impedindo que eu baixe a capota.

Mas a suspensão ficou legalzona, inclusive um pouco mais alta do que a intenção original, o que, neste caso é um “plus a mais”.

Claro que isso gerou um outro ponto de melhoria, porque com a suspensão mais alta, uns pneus maiores viriam muito bem a calhar.

Os bancos dianteiros ficaram muito melhores, agora eu consigo olhar pra frente.

De quebra, troquei o conjunto de ignição por ignição eletrônica, muito mais confiável e reduz um pouco o consumo de gasolina.

Quando eu deixar os cintos de segurança do jeito que eu quero, trocar os pneus e uma ou outra perfumaria, vai ficar uma tetéia.

16.1.12

Abandono

Sim, está às traças. Muito embora eu acesse sempre para usar a barra de links ai do lado, vejo o resto criando teias de aranha e sempre me pego com um assunto interessantíssimo que eu gostaria de desenvolver aqui, mas que até eu chegar na frente de algum lugar para anotar, se vai.

Mas o habito começa, ou recomeça, no caso, com pratica e repetição. E, como a vontade está lá, vamos abusar da mal escrita que apresento aqui e quem ainda se aventurar por essas bandas, tem mais é que ler .

23.8.11

Mac Fag Noob

Eu sempre me considerei um PC user, mesmo porque sempre achei apple caro e destinado a fins especificos (coisa de designer e outras profissoes androginas)

Mas fui fisgado pelo Mr Jobs.

O Iphone é irado.

ganhei de dia dos pais e nunca mais sentei na frente do PC pra mais do que sincronizar o itunes e atualizar versoes de softwares.

ate conta na apple store da argentina e download de game eu ja fiz

6.7.11

The Office

Esta é uma teoria totalmente fundamentada pelo famoso instituto de pesquisas DATAEU.

Estava eu pensando outro dia sobre evolucao profissional. Pelas fases que sao meio que obrigatorias no mundo corporativo para subir de nivel, passar de fase, aumentar a dificuldade, diminuir o handicap, por ai...

E me peguei encontrando uma relacao interessante que correlaciona os softwares do Office com a fase profissional.

Logo no comeco, quando se é estagiario, analista junior ou trainee; usa-se muito o Word (procedimentos, manuais, especificacoes, cartas, traduções, etc)

Daí a carreira começa a deslanchar, analises, estudos, cálculos e la vem o Excel. É o exercício pleno da função de engenheiro, economista, administrador...

(aqui cabem os demais softwares de dados - MS Project, Acess...) Extrapolando o universo Office: Photoshop, Corel, Autocad, etc.

Mas só quando o cara estiver pronto pra vida executiva, com suas tomadas de decisões, discussoes acaloradas, analises estratégicas, reunioes intermináveis é que ele passa a dominar e utilizar a ferramenta dos que dominam os 7 habitos, dos fluentes em business language: O MS Powerpoint!

20.6.11

Banalização

Tinha uma campanha publicitaria da Folha de São Paulo, uns muitos anos atrás, que falava que vivíamos a era da banalização. Era uma campanha contra a banalização. A campanha pode sua origem na publicidade e pode até ter servido para vender mais jornais, não sei o resultado financeiro-mercadológico-product placement sei-lá-o-quê.

Sei que como campanha de alerta ou conscientização falhou. A banalização está mais enraizada do que nunca em nossa sociedade.

Sabe porque vivemos a era da banalização? Porque vivemos no pais das bananas... tá, péssimo.

Hoje tudo é tratado com banalidade. Tudo é tratado no aumentativo enquanto as grandes questões, as questões que poderiam realmente mudar alguma coisa na nossa sociedade, ficam apagadas e tratadas como tabu ou como combustível para discursos inflamados que em nada ajudam a discussão.

Parenteses gigantesco

Alguém disse que uma edição de um jornal impresso de grande tiragem tem mais informação do que um homem do seculo XVII recebia em sua vida inteira. O quanto dessa informação é útil, de alguma forma, para um cidadão comum? Tirando o tamanho da fonte usada, o que da o grau de importância a uma noticia, ou a transforma em algo verdadeiramente digno de ser lido e processado?

Numa mesma edição fala-se de Política e economia (infelizmente sempre ligadas). Sociedade, esportes, fofocas, ciência, historia, artes. Tudo com tanta profundidade quanto o assunto estiver hypando.

Informação tem-se de sobra, mas sempre uma mesma informação regurgitada, reeditada, retraduzida... vazia de conteúdo.

Um pouco de conteúdo se encontram nos editoriais, ou colunas de pensadores, mas a linguagem os desfavorece. Rebuscada, temerosa, ponderada. Afinal uma critica mal apresentada pode trazer impactos desastrosos a instituição do jornal.

Mas é isso. Muita informação (de diversos niveis de qualidade) a disposição, mas pouco conhecimento sendo transmitido.

Fim do Parenteses Gigantesco

Vamos ver algumas banalizações

Preconceitos (Racismo/ homofobia / xenofobias quaisquer)

Tema espinhoso, mexe com História do Brasil, com cultura, com a forma como lidamos com pessoas que tem uma história pessoal e familiar bem diferente das nossas, seja a nossa qual for.
Mas a forma de abordar o tema esta banalizada, o nao poder fazer piada de (inclua aqui sua minoria (?) preferida - Japones isso, judeu aquilo, arabe, gays, preto, baiano, gaucho, lesbicas, americano, mulher, deficiente fisico ou mental) ja virou piada - o que só ajuda a banalizar o tema.

Da forma como eu vejo, temos que respeitar e ser respeitados. Temos que ter cuidado de nao usar termos ofensivos, mas temos que pegar leve nas criticas a quem os usa. Temos que respeitar o(s) contexto(s) todo(s).

Mas nao dá pra tratar como racismo qualquer situação onde um preto é chamado de negão, muito menos ficar policiando qualquer situação onde chama-se alguem de viadinho, ou china... voces entenderam.

Mas ao tratarmos de forma banal esse assunto, deixamos de tratar questoes de racismo realmente importante, como o acesso de pessoas de todas as etnias a todas as oportunidades.

Bullying

Mais uma banalização que me traz muita irritação. tudo é bullying. Eu passei por situações de humilhar outras criancas e por situações de ser humilhado. De bater e de apanhar. Constranger e ser constrangido. Faz parte, ensina nossa forma de co-habitar esse mundão cão com todo tipo de gente. Nem toda situação de desavença aguda chegando às vias de fato é bullying. Ficar generalizando e tratando como vitimas de sindrome por traumatica qualquer crianca ridicularizada por ter feito algo tido como ridiculo é caminhar rumo a uma sociedade que eu nao quero para o meu filho, um mundo de bundoes sem auto estima.

Esses ao alguns dos assuntos do momento que a banalização atinge e enfraquece o discurso. Daria pra esticar o post falando de meio ambiente, saude, politica, religião, futebol...

Mas acho que meu ponto está quase todo aqui: A superficialidade e imediatismo com que tratamos os pontos cruciais de mudança de nossa sociedade nao permite uma correta formação de opiniao por parte das pessoas e nao contribui para a evolução que gostaríamos de ver no mundo.

24.3.11

Dai essa noite, no meio da madrugada, sei lá que horas eram, acordei com o Gu aos berros.

Levantei e fui ver o que se passava.

Quando cheguei no quarto dele, ele tava deitado de bruços com a cabeça levantada e chorando alto.

tentei deitar ele de lado - normalmente resolve - mas ele não deixou e não parava de berrar. Dai peguei ele no colo pra acalmar a fera.

Assim que ele se encaixou no colo, soltou um sonoro arroto que deve ter esvaziado o estômago todo.

Pensei, ainda sonolento: O arroto preso devia estar incomodando / doendo...

Foi quando ele soltou uma bufa barulhenta, dai pensei: esse neném ta fermentando.

Ninei ele mais um pouquinho e o aroma da bufa alcançou minhas narinas


Caralho

que fedô

empesteou o quarto inteiro, tentei ir pro outro canto do quarto, mas o cheiro veio atrás.

Pior era a mistura de sono com vontade de rir, o que iria acorda-lo e ferrar o resto da madrugada.

Mas na hora que tudo passou e pude devolve-lo ao berço, ele soltou outro peido ainda mais alto. Pensei enquanto voltava pra minha cama: Se fudeu. o cheiro vai ficar confinado no berço pra voce curtir tudo sozinho.

Ri em silencio até dormir de novo

Sempre digo que o mundo carece de pessoas que mandem pessoas que merecem tomarem no cu. E que isso seja feito mais frequentemente.

Eu gostaria de ter maiores cojones e mandar tomar no cu aqueles que o merecem, mas também acredito que um “vai tomar no cu” eficaz, não pode ser proferido por um estranho, o fato de um estranho ofender desse jeito desencadeia uma reação diferente da desejada; defensiva, irrefletida, emocional demais., que tem grandes probabilidades de trazer conseqüências adversas. Coisa que não é desejada num mundo em que armas ilegais estão cada vez mais comuns e assassinatos são cometidos pelos motivos mais banais.

Mas existe um jeito diferente de confrontar estranhos que é muito divertido, mas requer bastante presença de espírito e velocidade de pensamento. Talvez por isso mesmo eu adore praticar. Faz-se disso na internet também, mas o nome da pratica também foi banalizado. Estou falando do Trolling. Mas não esse trolling moderno, com dois laterais que marcam e avançam pra atacar e o meio de campo recheado de volantes, estou falando do trolling arte, aquele trolling moleque com os dois pontas jogando soltos la na frente. E um camisa 10 realmente bom de bola. Do trolling roots, cínico, sarcástico, irônico. Tudo aquilo que irrita e tira do sério sem ofender diretamente, daquele tipo que a pessoa só vai se ligar que foi ofendida quando chegar em casa, com a adrenalina mais baixa e repensar o caso, ver cair a ficha e soltar um sonoro, porem atrasado, Filho da puta!

Esse texto fala bem do que estou falando.

O legal é sair da situação em que alguém te causou irritação com a satisfação de ver a pessoa mais irritada do que você estava quando a conversa / diversão começou.