Continuando...
Por sorte eu tinha o protocolo guardado de quando encerrei a tal da conta do Unibancu. Tive que enviar uma copia de tal protocolo para o banco para provar que não havia mais essa conta e que tais cheques eram indevidos. Que aquilo era um absurdo e blá blá blablablabla.
No dia seguinte recebi um mail com a microfilmagem de tais cheques, cada um com uma caligrafia e uma assinatura diferente e a informação de que aqueles cheques estavam sendo cancelados porque realmente estavam sendo cobrado indevidamente.
Ligação para o banco atual, informando que a situação junto ao SPC/SERASA estava resolvida, daí a moçoila me ofereceu o cheque especial de novo e mandei enfiar num orifício oculto. Com toda a finesse que me é peculiar. Nem pra me avisar, vagabunda.
E pronto, resolvido.
Continua...
Uma Casa Séria
28.10.05
26.10.05
OS MALEFÍCIOS DE QUERER SER SEMPRE UM BOM CIDADÃO (OU EU ODEIO O UNIBANCU) III
Continuando...
Mais ou menos um ano e meio ou dois anos depois disso, eu emiti um cheque do banco em que mantinha conta pra pagar uma das mensalidades da faculdade ciente de que a compensação daquele cheque faria com que minha conta ficasse no limite, como se dizia na época.
Ou seja, o valor do cheque era superior ao saldo da conta, mas eu tinha cheque especial e o valor do meu cheque especial era mais do que suficiente pra cobrir essa diferença.
Enfim.
Qual não foi minha surpresa quando o departamento financeiro da faculdade me ligou pra informar que o cheque tinha voltado. Como? Eu disse. Sem fundos, ela disse.
Liguei de imediato para o banco do cheque, que podia ter pelo menos avisado, e lá me falaram que meu cheque especial estava cancelado porque meu nome estava no SPC/SERASA.
COMO? Eu disse. Cheque devolvido, ela disse. De onde? Do banco código XXXX. Era o próprio. Unibancu.
Correria pra trocar o cheque na faculdade, cobrir minha conta corrente e descobrir que estava no inferno. A besta Unibancu mostrava suas garras, chifres e o tridente...
Continua...
Mais ou menos um ano e meio ou dois anos depois disso, eu emiti um cheque do banco em que mantinha conta pra pagar uma das mensalidades da faculdade ciente de que a compensação daquele cheque faria com que minha conta ficasse no limite, como se dizia na época.
Ou seja, o valor do cheque era superior ao saldo da conta, mas eu tinha cheque especial e o valor do meu cheque especial era mais do que suficiente pra cobrir essa diferença.
Enfim.
Qual não foi minha surpresa quando o departamento financeiro da faculdade me ligou pra informar que o cheque tinha voltado. Como? Eu disse. Sem fundos, ela disse.
Liguei de imediato para o banco do cheque, que podia ter pelo menos avisado, e lá me falaram que meu cheque especial estava cancelado porque meu nome estava no SPC/SERASA.
COMO? Eu disse. Cheque devolvido, ela disse. De onde? Do banco código XXXX. Era o próprio. Unibancu.
Correria pra trocar o cheque na faculdade, cobrir minha conta corrente e descobrir que estava no inferno. A besta Unibancu mostrava suas garras, chifres e o tridente...
Continua...
25.10.05
OS MALEFÍCIOS DE QUERER SER SEMPRE UM BOM CIDADÃO (OU EU ODEIO O UNIBANCU)
Continuando...
Todas as enormes facilidades que eu tive pra aderir ao plano não eram extensíveis ao momento de abdicar das grandes facilidades que me foram concedidas. Tive que ir até a agencia pra fazer o cancelamento.
A fila pra ser atendido pelo gerente, que já não era o gerente de expansão de sei-lá-o-que, era secular, tinha gente la o dia inteiro.
Depois de esperar minha vez, Entreguei ao gerente os cartões e o talão de cheques, assinei um protocolo de devolução e pronto. Estou livre desse peso.
Acreditou? Eu sim, até que o inferno abriu suas portas
Continua...
Todas as enormes facilidades que eu tive pra aderir ao plano não eram extensíveis ao momento de abdicar das grandes facilidades que me foram concedidas. Tive que ir até a agencia pra fazer o cancelamento.
A fila pra ser atendido pelo gerente, que já não era o gerente de expansão de sei-lá-o-que, era secular, tinha gente la o dia inteiro.
Depois de esperar minha vez, Entreguei ao gerente os cartões e o talão de cheques, assinei um protocolo de devolução e pronto. Estou livre desse peso.
Acreditou? Eu sim, até que o inferno abriu suas portas
Continua...
20.10.05
OS MALEFÍCIOS DE QUERER SER SEMPRE UM BOM CIDADÃO (OU EU ODEIO O UNIBANCU)
Senta que la vem história.
Nos idos anos de mil novecentos de dois mil e pouquinho, quando eu trabalhava como coordenador de qualidade em Diadema, apareceu um gerente de expansão de negócios do Unibancu me fazendo uma proposta pra usar o banco dele.
O banco me daria conta corrente com cheque especial sem taxa de manutenção, cartão de crédito Máster Card sem anuidade e a bundinha da secretária gostosa quinzenalmente.
Inocente e/ou imbecil que sou, aceitei. Recebi cartão do banco, talão de cheques e cartão de credito máster card bacaninha.
Depois de uns meses, descobri que não precisava de nada disso ,eu já tinha cartão de banco pra pagamentos do tipo débito, já tinha talão de cheques, que, mesmo naqueles dias primitivos, já não era mais tão usado assim e ? pasmem ? já tinha cartão de credito!!!
Então resolvi cancelar tudo. Era besteira manter.
Foi então que começou meu inferno!!!
Continua...
Nos idos anos de mil novecentos de dois mil e pouquinho, quando eu trabalhava como coordenador de qualidade em Diadema, apareceu um gerente de expansão de negócios do Unibancu me fazendo uma proposta pra usar o banco dele.
O banco me daria conta corrente com cheque especial sem taxa de manutenção, cartão de crédito Máster Card sem anuidade e a bundinha da secretária gostosa quinzenalmente.
Inocente e/ou imbecil que sou, aceitei. Recebi cartão do banco, talão de cheques e cartão de credito máster card bacaninha.
Depois de uns meses, descobri que não precisava de nada disso ,eu já tinha cartão de banco pra pagamentos do tipo débito, já tinha talão de cheques, que, mesmo naqueles dias primitivos, já não era mais tão usado assim e ? pasmem ? já tinha cartão de credito!!!
Então resolvi cancelar tudo. Era besteira manter.
Foi então que começou meu inferno!!!
Continua...
18.10.05
Não ao referendo
Eu realmente não devia gastar meus parcos neurônios com esse assunto, mas sou como o da propaganda, desisto muito pouco.
Essa historia de referendo já deu no saco. As propagandas de ambos os lados são populistas e pouco informativas, usam e abusam de estatísticas tendenciosas. E usam de apelos superficiais, como a tendência a contrariar dos jovens, pra faze-los votar Não, ou a vinculação de proibição ao fato de "ser da paz". Como já li, alguém é abertamente a favor do genocídio?
O fato, pra mim, é que o governo, com esse referendo, está apenas fazendo política no seu sentido mais sujo.
Dá ao povo um assunto sério pra dispersar a atenção que os inúmeros escândalos em seus mais diversos escalões vêm atraindo.
O referendo está dividindo, no mínimo, a atenção da mídia e da população. Que estava bastante voltada para o mensalão (e o mensalinho, seu primo pobre do famigerado baixo clero), bingos e o assassinato de Celso Daniel, que até hoje está matando gente.
E também aproveita pra tirar da reta a responsabilidade que tem de prover segurança à população. Se gastasse seu dinheiro com mais responsabildade e justiça, teria dinheiro pra evitar que esse referendo fosse sequer cogitado.
Vê se a constituição passou por referendo ? tal qual da do Iraque?
Se o povo tivesse educação, saúde, emprego, segurança, teríamos bem menos mortes. Se quem matasse fosse preso e cumprisse a pena, hesitaria mais antes de puxar um gatilho.
Nas estatísticas fala-se muito em numero de mortos por arma de fogo, já detalharam esses numero pra ver quantos poderiam ter sobrevivido se tivesse um atendimento médico remotamente decente?
Acho que tanto o não quanto o sim não são solução pra nada, mas já prevejo o circo armado com festas e os escambau pra quem "ganhar".
Vou acabar anulando essa porra, si hai governo, jo soy contra. Votemos não. Não ao referendo.
Essa historia de referendo já deu no saco. As propagandas de ambos os lados são populistas e pouco informativas, usam e abusam de estatísticas tendenciosas. E usam de apelos superficiais, como a tendência a contrariar dos jovens, pra faze-los votar Não, ou a vinculação de proibição ao fato de "ser da paz". Como já li, alguém é abertamente a favor do genocídio?
O fato, pra mim, é que o governo, com esse referendo, está apenas fazendo política no seu sentido mais sujo.
Dá ao povo um assunto sério pra dispersar a atenção que os inúmeros escândalos em seus mais diversos escalões vêm atraindo.
O referendo está dividindo, no mínimo, a atenção da mídia e da população. Que estava bastante voltada para o mensalão (e o mensalinho, seu primo pobre do famigerado baixo clero), bingos e o assassinato de Celso Daniel, que até hoje está matando gente.
E também aproveita pra tirar da reta a responsabilidade que tem de prover segurança à população. Se gastasse seu dinheiro com mais responsabildade e justiça, teria dinheiro pra evitar que esse referendo fosse sequer cogitado.
Vê se a constituição passou por referendo ? tal qual da do Iraque?
Se o povo tivesse educação, saúde, emprego, segurança, teríamos bem menos mortes. Se quem matasse fosse preso e cumprisse a pena, hesitaria mais antes de puxar um gatilho.
Nas estatísticas fala-se muito em numero de mortos por arma de fogo, já detalharam esses numero pra ver quantos poderiam ter sobrevivido se tivesse um atendimento médico remotamente decente?
Acho que tanto o não quanto o sim não são solução pra nada, mas já prevejo o circo armado com festas e os escambau pra quem "ganhar".
Vou acabar anulando essa porra, si hai governo, jo soy contra. Votemos não. Não ao referendo.
11.10.05
Movimento Uniformemente Variado
Achei a metáfora que eu estava procurando pra definir o que ta rolando comigo.
É kinda nerd, mas foi perfeita, ou não.
Minha vida estava, já a algum tempo numa velocidade muito baixa, quase parando. Poucas coisas aconteciam e as coisas que aconteciam não tinham muita importância. Enfim, um tédio só.
Daí as coisas começaram a acelerar, aceleração requer energia e a velocidade vai aumentando, a principio tirando um pouco a confiança "estou muito rápido" depois acostuma-se.
Até que essa aceleração parou de ser percebida, embora a velocidade continuasse aumentando, chegando ao ponto de velocidade de eu arrumar um emprego, aceitar o emprego, mudar de cidade e todas aquelas grandes mudanças que já estão kinda batidas. Em menos de uma semana.
Daí, aproveitei a velocidade, sempre crescente pra dar mais um passo e ficar noivo.
E agora sinto que preciso porque preciso manter a velocidade de coisas acontecendo alta. Quero morar com minha noiva - logo. Pra gente começar a viver nossas mudanças em alta ou baixa velocidade - juntos.
Desacelerar, só, agora, não adianta, já estou muito rápido e acostumado com essa velocidade. A mudança veloz das coisas não é mais traumática. Desacelerar irá precisar de energia também. Que acho que não quero utilizar ainda.
Quero aproveitar o embalo...
É kinda nerd, mas foi perfeita, ou não.
Minha vida estava, já a algum tempo numa velocidade muito baixa, quase parando. Poucas coisas aconteciam e as coisas que aconteciam não tinham muita importância. Enfim, um tédio só.
Daí as coisas começaram a acelerar, aceleração requer energia e a velocidade vai aumentando, a principio tirando um pouco a confiança "estou muito rápido" depois acostuma-se.
Até que essa aceleração parou de ser percebida, embora a velocidade continuasse aumentando, chegando ao ponto de velocidade de eu arrumar um emprego, aceitar o emprego, mudar de cidade e todas aquelas grandes mudanças que já estão kinda batidas. Em menos de uma semana.
Daí, aproveitei a velocidade, sempre crescente pra dar mais um passo e ficar noivo.
E agora sinto que preciso porque preciso manter a velocidade de coisas acontecendo alta. Quero morar com minha noiva - logo. Pra gente começar a viver nossas mudanças em alta ou baixa velocidade - juntos.
Desacelerar, só, agora, não adianta, já estou muito rápido e acostumado com essa velocidade. A mudança veloz das coisas não é mais traumática. Desacelerar irá precisar de energia também. Que acho que não quero utilizar ainda.
Quero aproveitar o embalo...
7.9.05
Eu não votei no Lula
Sou do ABC, trabalhei em montadora de automóveis. Mas nunca me filiei ao mais famoso dos sindicatos de classe brasileiro.
Dentre as pessoas que realmente tinham em mente trabalhar, sindicalista sempre foi visto negativamente.
Vagabundos, que procuravam formas de receber algum salário para não fazer nada. Unida essa imagem à associação entre sindicatos e máfia, vista em filmes americanos, eu não queria me ver dentro desta panela.
Tive oportunidade de conhecer alguns petistas da gema, que levaram borrachada da polícia durante suas manifestações. Estes eu classifico hoje como pobres manipulados. Defendiam o PT como quem defende o catolicismo ou o corintianismo, ou a preferência por bundas a peitos. Enfim, com fé, fanatismo e pouca vontade ou habilidade de discutir alguns aspectos mais profundos dessa preferência.
Sou amigo de infância de um parente do Lula, já tomei cerveja com seu irmão (ou um deles, sei lá), mas não o conheço. Conheço sim algumas histórias, que por julgar lendas urbanas não vem ao caso.
O fato é: eu nunca votei nele. Votei não no Collor, mas contra Lula, não no Serra, mas contra Lula.
Sempre me perguntei como alguém que não trabalha desde sei-lá-quando, possui um patrimônio maior do que de trabalhadores que vieram para São Paulo no mesmo pau de arara que ele. Só com um mandato de deputado? Com a presidência de honra do partido por ele fundado? Mas também não é essa a questão.
Se ele administrava ideologicamente o partido, como pôde sonhar administrar executivamente esse elefante branco que é o Brasil?
E um lado bastante irônico desta queda do PT é um dos tiros no pé que deram, nem afirmar que fazem o que todos os demais fazem eles podem, porque sempre venderam a idéia de que eram éticos, incorruptíveis e nunca corruptores. Que eram diferentes, apenas para se mostrar, no mínimo, iguais, o que os torna piores.
Um amigo do meu pai, direitista de extrema, disse que lamenta o fato do Lula não ter ganho as eleições contra Collor, porque nesse caso, a mascara do PT já teria caído e hoje estaríamos bem melhor.
Lembro sempre que por menos do que o que já foi escancarado, Collor caiu.
Me assusto ao imaginar o que esperar do futuro deste país. Se Lula cai, seu vice não pode assumir, já que está envolvido no escândalo, muito menos o terceiro na cadeia de sucessão, dono do recém descoberto mensalinho. Quem é o quarto mesmo?
E meu novo chavão para cada nova merda atirada no ventilador:
Se gritar pega ladrão...
Dentre as pessoas que realmente tinham em mente trabalhar, sindicalista sempre foi visto negativamente.
Vagabundos, que procuravam formas de receber algum salário para não fazer nada. Unida essa imagem à associação entre sindicatos e máfia, vista em filmes americanos, eu não queria me ver dentro desta panela.
Tive oportunidade de conhecer alguns petistas da gema, que levaram borrachada da polícia durante suas manifestações. Estes eu classifico hoje como pobres manipulados. Defendiam o PT como quem defende o catolicismo ou o corintianismo, ou a preferência por bundas a peitos. Enfim, com fé, fanatismo e pouca vontade ou habilidade de discutir alguns aspectos mais profundos dessa preferência.
Sou amigo de infância de um parente do Lula, já tomei cerveja com seu irmão (ou um deles, sei lá), mas não o conheço. Conheço sim algumas histórias, que por julgar lendas urbanas não vem ao caso.
O fato é: eu nunca votei nele. Votei não no Collor, mas contra Lula, não no Serra, mas contra Lula.
Sempre me perguntei como alguém que não trabalha desde sei-lá-quando, possui um patrimônio maior do que de trabalhadores que vieram para São Paulo no mesmo pau de arara que ele. Só com um mandato de deputado? Com a presidência de honra do partido por ele fundado? Mas também não é essa a questão.
Se ele administrava ideologicamente o partido, como pôde sonhar administrar executivamente esse elefante branco que é o Brasil?
E um lado bastante irônico desta queda do PT é um dos tiros no pé que deram, nem afirmar que fazem o que todos os demais fazem eles podem, porque sempre venderam a idéia de que eram éticos, incorruptíveis e nunca corruptores. Que eram diferentes, apenas para se mostrar, no mínimo, iguais, o que os torna piores.
Um amigo do meu pai, direitista de extrema, disse que lamenta o fato do Lula não ter ganho as eleições contra Collor, porque nesse caso, a mascara do PT já teria caído e hoje estaríamos bem melhor.
Lembro sempre que por menos do que o que já foi escancarado, Collor caiu.
Me assusto ao imaginar o que esperar do futuro deste país. Se Lula cai, seu vice não pode assumir, já que está envolvido no escândalo, muito menos o terceiro na cadeia de sucessão, dono do recém descoberto mensalinho. Quem é o quarto mesmo?
E meu novo chavão para cada nova merda atirada no ventilador:
Se gritar pega ladrão...
6.9.05
Não contei?
Tenho vários assuntos na pauta de publicação, falta-me, contudo a organização das idéias pra torná-los remotamente interessante.
Foda-se.
Aqui no trampo novo não tem MSN Messenger, mas tem Skype que é até melhor, graças ao recurso de voz.
Através do skype fico sabendo das novidades de SP quase em tempo real, graças a minha querida noiva.
Eu não contei?
Então, é isso mesmo, estou dando esse enorme passo na minha vida, logo depois de um grande passo que foi vir trabalhar aqui nos cafundós do mundo.
Decidimos, eu e ela que o que temos é grande o bastante, forte o bastante pra tornar ainda maior. E partir pra uma vida nossa. Com coisas nossas e convivência nossa.
Engraçado que oficializamos a coisa, com a tradicional entrega de alianças de ouro, momentos antes do início da minha festa de aniversário de 30 anos.
Eu não contei?
Então, é isso mesmo, completei 30 anos no ultimo fim de semana. Em uma festa recheada de amigos antigos, novos e recém adquiridos.
Sei que esse é um dos piores posts da história do arkhan, mas como eu disse, foda-se. Esqueci como escrever melhor...
Foda-se.
Aqui no trampo novo não tem MSN Messenger, mas tem Skype que é até melhor, graças ao recurso de voz.
Através do skype fico sabendo das novidades de SP quase em tempo real, graças a minha querida noiva.
Eu não contei?
Então, é isso mesmo, estou dando esse enorme passo na minha vida, logo depois de um grande passo que foi vir trabalhar aqui nos cafundós do mundo.
Decidimos, eu e ela que o que temos é grande o bastante, forte o bastante pra tornar ainda maior. E partir pra uma vida nossa. Com coisas nossas e convivência nossa.
Engraçado que oficializamos a coisa, com a tradicional entrega de alianças de ouro, momentos antes do início da minha festa de aniversário de 30 anos.
Eu não contei?
Então, é isso mesmo, completei 30 anos no ultimo fim de semana. Em uma festa recheada de amigos antigos, novos e recém adquiridos.
Sei que esse é um dos piores posts da história do arkhan, mas como eu disse, foda-se. Esqueci como escrever melhor...
15.8.05
Novidades datadas
Meu pique / inspiração / tesão de escrever aqui mirrou já a algum tempo. Entretanto essa merda de página já acompanhou umas boas etapas da minha vida e, não que eu sinta que devo algo a uma página de Internet, mas como Old habits die hard, resolvi atualizá-la um pouquinho, só pra ter o que lembrar no dia que sobrar um tempo e eu queira re-visitar algum momento de 2005.
Sabe aquela coisa de foto de aniversário de criança? Só pra guardar pra lembrar como era depois? Mais ou menos isso: Uma foto dos meus pensamentos e momentos de 2005. Péssima essa. Inspiração, cadê você?
Então vamos lá.
Eu tava reclamando pacas situação que minha vida estava.
Sem dinheiro,
sem emprego,
sem perspectiva
sem carro
no limiar de completar 30 anos e ainda morar com a mamãe (idéia que sempre me soou deveras deprimente).
Meus dias se resumiam a ver emails de vagas de emprego, assistir Friends deitado no sofá e brincar com o cachorro...
Mas nem dava pra reclamar porque podia piorar, velha máxima.
Claro que tinha seu lado bom. Eu tava vendo a namorada vários dias por semana, sempre que precisava, podia usar um dos carros de casa e tudo o mais.
Mas eu queria trampar! Usar o raio do diploma de Engenharia.
Daí comecei a freqüentar agencias de emprego, em São Bernardo, Santo André, São Caetano, até que a Kel me ligou e falou: manda seu currículo pra essa empresa que eles tão pegando gente de montão e é bem legal o trabalho deles. Mandei e esperei. Nada.
Então, tomado de um ímpeto inédito, resolvi ir bater à porta da tal empresa e pedir emprego. Metrô até o centro de São Paulo e, chegando no Largo do Arouche, liguei pra Kel e perguntei com quem deveria falar na empresa.
Com o nome da diretora, eis que fui, esperando encontrar aquela situação na recepção ou com a mulher de ?deixe seu curriculo que analisaremos e, caso surja algo no seu perfil, entraremos em contato?.
Mas que nada, depois de uma hora e meia de conversa com ela, outra diretora e uma gerente, saí de lá empregado e avisado que em uma semana estaria sendo enviado pra trabalhar no norte de Minas Gerais.
Isso foi no final de Julho e aqui estou. Montes Claros / MG. Trabalhando como consultor de engenharia química na construção de uma fabrica de remédios injetáveis.
Viajo para São Paulo quinzenalmente e a situação mudou da água pro vinho:
- Nem tanto dinheiro, mas pra quem tinha incoming = 0, aumentou bastante
- Emprego
- Ainda sem carro, mas tem um carro alugado à disposição.
- Morando com outros 3 consultores num apê.
- Perspectiva de uma sólida carreira de consultor de engenharia.
E como tudo tem seu preço, o maior está sendo a distância e a solidão. Sabe aquela solidão que se dá no meio de uma multidão?
E se cabe algum aprendizado nessa guinada, eu diria que é:
- Quem procura, acha.
- O que é pra ser, será.
e
- Cuidado com o que deseja...
Sabe aquela coisa de foto de aniversário de criança? Só pra guardar pra lembrar como era depois? Mais ou menos isso: Uma foto dos meus pensamentos e momentos de 2005. Péssima essa. Inspiração, cadê você?
Então vamos lá.
Eu tava reclamando pacas situação que minha vida estava.
Sem dinheiro,
sem emprego,
sem perspectiva
sem carro
no limiar de completar 30 anos e ainda morar com a mamãe (idéia que sempre me soou deveras deprimente).
Meus dias se resumiam a ver emails de vagas de emprego, assistir Friends deitado no sofá e brincar com o cachorro...
Mas nem dava pra reclamar porque podia piorar, velha máxima.
Claro que tinha seu lado bom. Eu tava vendo a namorada vários dias por semana, sempre que precisava, podia usar um dos carros de casa e tudo o mais.
Mas eu queria trampar! Usar o raio do diploma de Engenharia.
Daí comecei a freqüentar agencias de emprego, em São Bernardo, Santo André, São Caetano, até que a Kel me ligou e falou: manda seu currículo pra essa empresa que eles tão pegando gente de montão e é bem legal o trabalho deles. Mandei e esperei. Nada.
Então, tomado de um ímpeto inédito, resolvi ir bater à porta da tal empresa e pedir emprego. Metrô até o centro de São Paulo e, chegando no Largo do Arouche, liguei pra Kel e perguntei com quem deveria falar na empresa.
Com o nome da diretora, eis que fui, esperando encontrar aquela situação na recepção ou com a mulher de ?deixe seu curriculo que analisaremos e, caso surja algo no seu perfil, entraremos em contato?.
Mas que nada, depois de uma hora e meia de conversa com ela, outra diretora e uma gerente, saí de lá empregado e avisado que em uma semana estaria sendo enviado pra trabalhar no norte de Minas Gerais.
Isso foi no final de Julho e aqui estou. Montes Claros / MG. Trabalhando como consultor de engenharia química na construção de uma fabrica de remédios injetáveis.
Viajo para São Paulo quinzenalmente e a situação mudou da água pro vinho:
- Nem tanto dinheiro, mas pra quem tinha incoming = 0, aumentou bastante
- Emprego
- Ainda sem carro, mas tem um carro alugado à disposição.
- Morando com outros 3 consultores num apê.
- Perspectiva de uma sólida carreira de consultor de engenharia.
E como tudo tem seu preço, o maior está sendo a distância e a solidão. Sabe aquela solidão que se dá no meio de uma multidão?
E se cabe algum aprendizado nessa guinada, eu diria que é:
- Quem procura, acha.
- O que é pra ser, será.
e
- Cuidado com o que deseja...
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