E não é que, na contra mão da iniciativa promissora do STF, aquela camarilla que é o Senado absolveu o Avacalheiros?
Tomanocú!
alguém aí quer brincar de CS e providenciar um HS no FDP?
Uma Casa Séria
13.9.07
21.7.07
O país do futuro.
Volume 1
O meio
Seu nascimento foi uma ruptura, mais do que um germinar lento e gradual, foi um quebrar de cascas de ovo.
Anos depois, em meio ao constrangimento de rememorar os mortos no dia do nascimento, a celebração pelo 20º aniversário da queda era otimista. Apesar de ainda haverem feridas, as projeções para os próximos anos eram positivas. Esse era, finalmente, o país do futuro. Seu povo, numa unidade nunca antes alcançada, progredia culturalmente, socialmente e economicamente. A prosperidade estava ao alcance da maioria.
Havia, é claro, os descontentes, mas mesmos esses tinham poucos argumentos contra a evolução notada desde a posse do novo regime. E esses descontentes eram, mais do que admitiam, os motores da evolução, porque mesmo estes trabalhavam em prol do país.Mas essa não é a história dos descontentes.
Essa é a história deste novo Brasil.
5 de julho de 2007.
O país vivia um momento contrastante. De um lado a economia vivia um bom, para não dizer ótimo momento. O melhor momento em décadas. O câmbio favorável, investimentos estrangeiros acontecendo, emprego aumentando e a inflação, fonte de crise por décadas, controlada.
De outro lado, a sociedade decaindo. Educação, saúde, segurança, ética, justiça, democracia e outros valores morais largados às traças. Poucas boas notícias nesses assuntos, que se tornavam mais e mais exceções à regra. Reinava o cada um por si, a lei da vantagem e a falta de respeito com o próximo, com o público e por fim, com o próprio indivíduo.
Na TV, notícias de barbaridades tornavam-se corriqueiras. O povo estava perdendo a noção de sociedade.
Foi quando aconteceu.
O congresso nacional estava reunido, ambas as casas. A câmara dos deputados e o senado federal. Alguma lei orçamentária estava sendo aprovada, a fim de que os parlamentares pudessem entrar em recesso, após pouco mais de 5 meses de trabalho, prática comum da época.
Até hoje se especula como Caos foi capaz, moralmente e logisticamente, de realizar o impensável. Seus méritos são discutidos até hoje.
Muitos dos que acreditam que ele foi um benfeitor. Mas estes são os adeptos da filosofia de que o fim justifica os meios., eu, pParticularmente não me incluo entre estes. Acredito que sua campanha derramou-se sangue demais.
O prédio do congresso Congresso nacionalNacional, uma obra arquitetônica de renome nacional, composta de duas torres paralelas, ladeadas por dois domos semi esféricos, tal qual duas calotas. Um deles disposto com o lado convexo para cima, outro com o lado plano para cima.
Foi na tarde deste dia 5 que o complexo inteiro sofreu um atentado à bomba que o trouxe inteiramente abaixo. Assassinando quase imediatamente aproximadamente 1500 pessoas, entre políticos, funcionários, jornalistas, militares e civis.
Continua...
O meio
Seu nascimento foi uma ruptura, mais do que um germinar lento e gradual, foi um quebrar de cascas de ovo.
Anos depois, em meio ao constrangimento de rememorar os mortos no dia do nascimento, a celebração pelo 20º aniversário da queda era otimista. Apesar de ainda haverem feridas, as projeções para os próximos anos eram positivas. Esse era, finalmente, o país do futuro. Seu povo, numa unidade nunca antes alcançada, progredia culturalmente, socialmente e economicamente. A prosperidade estava ao alcance da maioria.
Havia, é claro, os descontentes, mas mesmos esses tinham poucos argumentos contra a evolução notada desde a posse do novo regime. E esses descontentes eram, mais do que admitiam, os motores da evolução, porque mesmo estes trabalhavam em prol do país.Mas essa não é a história dos descontentes.
Essa é a história deste novo Brasil.
5 de julho de 2007.
O país vivia um momento contrastante. De um lado a economia vivia um bom, para não dizer ótimo momento. O melhor momento em décadas. O câmbio favorável, investimentos estrangeiros acontecendo, emprego aumentando e a inflação, fonte de crise por décadas, controlada.
De outro lado, a sociedade decaindo. Educação, saúde, segurança, ética, justiça, democracia e outros valores morais largados às traças. Poucas boas notícias nesses assuntos, que se tornavam mais e mais exceções à regra. Reinava o cada um por si, a lei da vantagem e a falta de respeito com o próximo, com o público e por fim, com o próprio indivíduo.
Na TV, notícias de barbaridades tornavam-se corriqueiras. O povo estava perdendo a noção de sociedade.
Foi quando aconteceu.
O congresso nacional estava reunido, ambas as casas. A câmara dos deputados e o senado federal. Alguma lei orçamentária estava sendo aprovada, a fim de que os parlamentares pudessem entrar em recesso, após pouco mais de 5 meses de trabalho, prática comum da época.
Até hoje se especula como Caos foi capaz, moralmente e logisticamente, de realizar o impensável. Seus méritos são discutidos até hoje.
Muitos dos que acreditam que ele foi um benfeitor. Mas estes são os adeptos da filosofia de que o fim justifica os meios., eu, pParticularmente não me incluo entre estes. Acredito que sua campanha derramou-se sangue demais.
O prédio do congresso Congresso nacionalNacional, uma obra arquitetônica de renome nacional, composta de duas torres paralelas, ladeadas por dois domos semi esféricos, tal qual duas calotas. Um deles disposto com o lado convexo para cima, outro com o lado plano para cima.
Foi na tarde deste dia 5 que o complexo inteiro sofreu um atentado à bomba que o trouxe inteiramente abaixo. Assassinando quase imediatamente aproximadamente 1500 pessoas, entre políticos, funcionários, jornalistas, militares e civis.
Continua...
1.7.07
Voce ainda vem aqui?
Moscas, poeira, teias de aranha por todo lado.
Isso parece aquele porão da casa do meu avô, que, mesmo sabendo que nada ali havia de diferente desde a minha ultima vista, meses antes.
Mas saber que ainda está aqui serve pra minha seleta coleânea de links, que após esse post será reduzida às poucas páginas que ainda acho válido visitar eventualmente.
Hoje é meu décimo quinto dia sem cigarro. ainda nao falo que sou um ex fumante, é muito cedo, mas acho que 15 dias é uma marca relevante.
Mas eis que, não sei se por causa da sindrome de abstinência ou não, essa semana reagi explosivamente a uma notícia explosiva.
Não vou me alongar no evento que foi o gatilho da reação, mas sim na reação.
Normalmente eu nao explodo sob as mais variadas ciscunstâncias. Eu recebo o golpe, assimilo o impacto, espero a poeira baixar e então, estando certo ou errado, me posiciono e pronto, daí consigo expor melhor meus pontos de vista sobre quaisquer assuntos.
Mas essa semana não. recebi a notícia, indignei, explodi e escrevi um email soltando os cachorros. Falei o que quis, ouvi o que não quis e depois me arrependi.
não estou errado na minha posição, mas acho que reagi em excesso (overreacting).
E não consigo tirar da minha cabeça que o cigarro tem su parcela de culpa na minha reação...
Isso parece aquele porão da casa do meu avô, que, mesmo sabendo que nada ali havia de diferente desde a minha ultima vista, meses antes.
Mas saber que ainda está aqui serve pra minha seleta coleânea de links, que após esse post será reduzida às poucas páginas que ainda acho válido visitar eventualmente.
Hoje é meu décimo quinto dia sem cigarro. ainda nao falo que sou um ex fumante, é muito cedo, mas acho que 15 dias é uma marca relevante.
Mas eis que, não sei se por causa da sindrome de abstinência ou não, essa semana reagi explosivamente a uma notícia explosiva.
Não vou me alongar no evento que foi o gatilho da reação, mas sim na reação.
Normalmente eu nao explodo sob as mais variadas ciscunstâncias. Eu recebo o golpe, assimilo o impacto, espero a poeira baixar e então, estando certo ou errado, me posiciono e pronto, daí consigo expor melhor meus pontos de vista sobre quaisquer assuntos.
Mas essa semana não. recebi a notícia, indignei, explodi e escrevi um email soltando os cachorros. Falei o que quis, ouvi o que não quis e depois me arrependi.
não estou errado na minha posição, mas acho que reagi em excesso (overreacting).
E não consigo tirar da minha cabeça que o cigarro tem su parcela de culpa na minha reação...
8.5.07
lost heroes
Essas tais de series americanas atuais são excelentes.
Eu ja assistia Lost desde a 1a temporada, e agora estou acompanhando a terceira pela internet, agora que descobri as maravilhas dos softwares P2P.
A cada novo episódio fico embasbacado com o que acontece com aqueles sobreviventes (?) perdidos numa ilha tirada de algum sonho psicodélico.
e na mesma onda, fui apresentado a Heros, que é a história em quadrinhos de super herois do jeito que sempre deveria ter sido. Realista dentro do possível, dramatica no tom certo e comica na hora apropriada. Sem os cliches maniqueistas de bem e mal, sem a infantilidade das revistas de décadas passadas e sem a imoralidade ds comics da década de 90.
Apesar da trama evocar temas recorrentes das histórias de mutantes e a trama central de Watchmen, ela consegue ser original e atrativa até pra quem nao curte quadrinhos
Até a Alê que, por princípio, não gosta de quadrinhos nem de super heróis, está viciada e morre de expectativa pelo próxmo episódio.
E isso é, sim, algo digno de nota.
Achei louvável também a decisão, divugada esta semana, que Lost terá um final ja determinado, o que evitará que a série se perca em sua própria popularidade como aconteceu com X-files.
Espero que o mesmo caminho seja dado a Heroes, que até onde vi, está, pra dizer o mínimo, do caralho!
Eu ja assistia Lost desde a 1a temporada, e agora estou acompanhando a terceira pela internet, agora que descobri as maravilhas dos softwares P2P.
A cada novo episódio fico embasbacado com o que acontece com aqueles sobreviventes (?) perdidos numa ilha tirada de algum sonho psicodélico.
e na mesma onda, fui apresentado a Heros, que é a história em quadrinhos de super herois do jeito que sempre deveria ter sido. Realista dentro do possível, dramatica no tom certo e comica na hora apropriada. Sem os cliches maniqueistas de bem e mal, sem a infantilidade das revistas de décadas passadas e sem a imoralidade ds comics da década de 90.
Apesar da trama evocar temas recorrentes das histórias de mutantes e a trama central de Watchmen, ela consegue ser original e atrativa até pra quem nao curte quadrinhos
Até a Alê que, por princípio, não gosta de quadrinhos nem de super heróis, está viciada e morre de expectativa pelo próxmo episódio.
E isso é, sim, algo digno de nota.
Achei louvável também a decisão, divugada esta semana, que Lost terá um final ja determinado, o que evitará que a série se perca em sua própria popularidade como aconteceu com X-files.
Espero que o mesmo caminho seja dado a Heroes, que até onde vi, está, pra dizer o mínimo, do caralho!
11.3.07
Engraçado como a maioria, senão todos os assuntos que iniciamos terminam com a conclusão que a culpa é do nosso governo.
Hoje por exemplo li uma matéria sobre como vários torcedores estão ganhando processos de danos morais contra a CBF por conta dos jogos cancelados do campeonato brasileiro de 2005.
Pra quem não lembra, não sabe ou não se importa, explico rapidamente: Foi descoberto um esquema de manipulação de jogos no campeonato e a decisão adotada para minimizar o estrago foi cancelar os jogos cujo juiz estava no centro das denuncias e reagendar os confrontos.
Agora começam a surgir as conseqüências: Qualquer torcedor que tenha como provar que esteve em um desses jogos cancelados pode processar a CBF por danos morais e materiais já que a entidade é responsável pelo torneio.
E a matéria de hoje é sobre um torcedor que também ganhou por ter comprado o pacote de TV a cabo, conhecido como pay-per-view, para esses jogos cancelados.
Comentei com colegas sobre estes tais processos que nos lembramos de alguns casos extremos de processos com causas não vitais que geram indenizações.
Tal como o caso do homem que processou uma lanchonete nos Estados Unidos por ter escorregado num chão molhado e caído, quebrando a bacia. Processou porque não havia indicação de que o chão estava molhado. Mas o detalhe é que o chão estava molhado porque ele havia derrubado seu refrigerante segundos antes de escorregar...
Mas então nos lembramos de que um cidadão pode processar sua cidade se cair pro causa de um buraco no chão, ou por uma calçada irregular, ou por furar um pneu ao cair em um buraco na estrada.
E foi então que chegamos aqui no nosso governo. Com as estradas brasileiras (especialmente as que dão acesso a Montes Claros) no estado que estão seriam uma mina de ouro para advogados e vítimas. Mas nossas leis foram feitas pensando nessa incompetência inerente de nosso Executivo, seja em qualquer nível: A quantidade de recursos protelativos que podem ser utilizados num processo desses faria com que meu neto visse essa indenização...
E daí as demais ações na justiça (cíveis, trabalhistas, criminais...) também se valem desses recursos protelativos tornando nossa justiça tão morosa, perdida nos recursos infindáveis...
Ou seja, A culpa é do governo.
Hoje por exemplo li uma matéria sobre como vários torcedores estão ganhando processos de danos morais contra a CBF por conta dos jogos cancelados do campeonato brasileiro de 2005.
Pra quem não lembra, não sabe ou não se importa, explico rapidamente: Foi descoberto um esquema de manipulação de jogos no campeonato e a decisão adotada para minimizar o estrago foi cancelar os jogos cujo juiz estava no centro das denuncias e reagendar os confrontos.
Agora começam a surgir as conseqüências: Qualquer torcedor que tenha como provar que esteve em um desses jogos cancelados pode processar a CBF por danos morais e materiais já que a entidade é responsável pelo torneio.
E a matéria de hoje é sobre um torcedor que também ganhou por ter comprado o pacote de TV a cabo, conhecido como pay-per-view, para esses jogos cancelados.
Comentei com colegas sobre estes tais processos que nos lembramos de alguns casos extremos de processos com causas não vitais que geram indenizações.
Tal como o caso do homem que processou uma lanchonete nos Estados Unidos por ter escorregado num chão molhado e caído, quebrando a bacia. Processou porque não havia indicação de que o chão estava molhado. Mas o detalhe é que o chão estava molhado porque ele havia derrubado seu refrigerante segundos antes de escorregar...
Mas então nos lembramos de que um cidadão pode processar sua cidade se cair pro causa de um buraco no chão, ou por uma calçada irregular, ou por furar um pneu ao cair em um buraco na estrada.
E foi então que chegamos aqui no nosso governo. Com as estradas brasileiras (especialmente as que dão acesso a Montes Claros) no estado que estão seriam uma mina de ouro para advogados e vítimas. Mas nossas leis foram feitas pensando nessa incompetência inerente de nosso Executivo, seja em qualquer nível: A quantidade de recursos protelativos que podem ser utilizados num processo desses faria com que meu neto visse essa indenização...
E daí as demais ações na justiça (cíveis, trabalhistas, criminais...) também se valem desses recursos protelativos tornando nossa justiça tão morosa, perdida nos recursos infindáveis...
Ou seja, A culpa é do governo.
25.2.07
Eu nunca fui bom em achar soluções adequadas vendo todos os ângulos de uma questão polemica quanto a da violência.
Não vou mentir e dizer que não fui na mesma linha que a multidão no momento do choque de saber o que havia acontecido com o menino do Rio de Janeiro. Eu também clamei por sangue, chamas e linchamento em praça publica para os que fizeram isso. Como também clamei por vingança no caso de Bragança Paulista, ou no assassinato do casal de adolescentes a alguns anos.
Mas isso não resolveria o problema, seria a vingança dos tempos antigos, do olho por olho.
Depois que o choque passou, e esse choque passa cada vez mais rápido, fruto do endurecimento e calejamento de nossa alma, percebi que não adianta diminuir a maioridade penal, não adianta criar-se novas leis.
Porque o maior culpado disso tudo, não são nossas leis, muito embora elas sejam morosas o bastante para dificultar a ação da justiça ao extremo, em muitos casos. Não, a falha maior é de nosso executivo. O poder executivo falhou em providenciar condições adequadas de trabalho para os policiais, falhou em tratar adequadamente as escolas e professores, falhou em tratar adequadamente a população pobre, não vou falar menos favorecida, com educação, segurança, saúde e tudo o que está encarregado de providenciar.
Essa falha não é recente, o que vemos hoje é o reflexo dela depois de anos de descaso e ineficiência do Estado.
Com representantes despreparados, e algumas muitas vezes mal intencionados, como os que temos hoje, sem a vontade necessária para fazer o que é necessário que é investir pesadamente em saúde, segurança publica e principalmente educação fundamental de qualidade, o quadro só tende a piorar, infelizmente.
E enquanto isso vemos nossos representantes e cabeças pensantes nos comparando com paises europeus em vários aspectos, sendo que o mais importante é a carga tributária, digna de primeiro mundo, enquanto nossa qualidade de vida assemelha-se cada vez mais com o de paises africanos em guerra civil.
Não vou mentir e dizer que não fui na mesma linha que a multidão no momento do choque de saber o que havia acontecido com o menino do Rio de Janeiro. Eu também clamei por sangue, chamas e linchamento em praça publica para os que fizeram isso. Como também clamei por vingança no caso de Bragança Paulista, ou no assassinato do casal de adolescentes a alguns anos.
Mas isso não resolveria o problema, seria a vingança dos tempos antigos, do olho por olho.
Depois que o choque passou, e esse choque passa cada vez mais rápido, fruto do endurecimento e calejamento de nossa alma, percebi que não adianta diminuir a maioridade penal, não adianta criar-se novas leis.
Porque o maior culpado disso tudo, não são nossas leis, muito embora elas sejam morosas o bastante para dificultar a ação da justiça ao extremo, em muitos casos. Não, a falha maior é de nosso executivo. O poder executivo falhou em providenciar condições adequadas de trabalho para os policiais, falhou em tratar adequadamente as escolas e professores, falhou em tratar adequadamente a população pobre, não vou falar menos favorecida, com educação, segurança, saúde e tudo o que está encarregado de providenciar.
Essa falha não é recente, o que vemos hoje é o reflexo dela depois de anos de descaso e ineficiência do Estado.
Com representantes despreparados, e algumas muitas vezes mal intencionados, como os que temos hoje, sem a vontade necessária para fazer o que é necessário que é investir pesadamente em saúde, segurança publica e principalmente educação fundamental de qualidade, o quadro só tende a piorar, infelizmente.
E enquanto isso vemos nossos representantes e cabeças pensantes nos comparando com paises europeus em vários aspectos, sendo que o mais importante é a carga tributária, digna de primeiro mundo, enquanto nossa qualidade de vida assemelha-se cada vez mais com o de paises africanos em guerra civil.
21.2.07
Novas
Quarta feira de cinzas, num carnaval nulo, porque trabalhei no sábado e na segunda, mas nao terça ou hoje... vida de projeto, a gente vai trabalhar e folga nos dias mais improváveis.
Comprei a caixa com a primeira temporada de My Name Is Earl. Simplesmente hilário. totalmente politicamene incorreto (coisa que adoro) e mesmo quando tenta ser correto, é engraçado, como qundo tenta ser educado ao se referir aos gays e os chama de homossexual americans...
A chegada do DVD renderia uma história toda a parte, mas acho que a Alê ja contou no blog dela, que tem link ai do lado.
Isso se a migração obrigatória do blogger pro google nao fodeu inha barra de links, ja ouvi noticias a esse respeito.
Enfim, como o carnaval foi nulo, o post também o é.
Comprei a caixa com a primeira temporada de My Name Is Earl. Simplesmente hilário. totalmente politicamene incorreto (coisa que adoro) e mesmo quando tenta ser correto, é engraçado, como qundo tenta ser educado ao se referir aos gays e os chama de homossexual americans...
A chegada do DVD renderia uma história toda a parte, mas acho que a Alê ja contou no blog dela, que tem link ai do lado.
Isso se a migração obrigatória do blogger pro google nao fodeu inha barra de links, ja ouvi noticias a esse respeito.
Enfim, como o carnaval foi nulo, o post também o é.
25.1.07
A Adoção
Ontem fez uma semana. Engraçado como, por mais que eu insista para não deixar isso afetar demais nossa, por assim dizer, rotina, vejamos nosso mundinho sofrer uma grande reviravolta.
Talvez por ainda ser muito novinha, se interessa pelos itens mais improváveis. É aquela propaganda do pai que compra uma boneca caríssima pra filha e ela passa o dia brincando com a caixa.
Agora portas e gavetas que antes ficavam escancaradas - especialmente no quarto onde guardo minhas roupas ? agora tenham que ficar fechadas para evitar invasões e eventuais acidentes.
Ainda assim, fechar as janelas é um exagero, que que tem se ela ficar na janela olhando pra baixo, não vai cair...
Explico:
Semana passada eu voltava de uma descida até a garagem quando vi algumas crianças brincando com ela e só notei a existência dela porque queria estar certo de que as crianças não judiavam dela.
Quando comecei a subir a escada para o terceiro andar, onde moro, ela passou por mim correndo e parou no primeiro andar pra me esperar. Continuei meu caminho e ela repetiu a corrida, parando no segundo. Eu mais uma vez passei direto. Ela me ultrapassou uma vez mais e chegou no terceiro antes de mim.
Daí abri a porta e ela entrou, ficou reconhecendo o lugar e daí ouvi a Alê falar:
- Num gosto de gato.
Mas daí meio que ensinei a Alê a brincar com a gata, uma filhotinha vira lata. E alguns minutos depois a Alê já estava preocupada com a gata:
- Será que ela esta com fome ? enquanto preparava uma tigelinha de leite.
- Acho que ainda tem fome ? o leite tinha ido todo e já vinha uma travessa de carne moída, que também foi inteira.
Surgiu um pano pra gata passar a noite e a promessa do teste; Se na manhã seguinte quando eu abrisse a porta para ir trabalhar a gata me seguisse escada abaixo, já era, boa sorte!
No dia seguinte, na hora de sair, depois da Alê limpar o serviço da gata desacostumada com leite, veio o teste.
Abri a porta ela saiu, foi até o vaso do hall do andar, me acompanhou, dessa vez com os olhos enquanto eu descia e voltou pra detrás das pernas da Alê, lá dentro do apê.
Resultado: Uma semana já se foi, já tem cama, liteira (aquela caixa de areia pra usar de banheiro), tigelas próprias de água e ração, dois tipos de ração, uma visita ao veterinário, uma vacina, vários brinquedos e nome.
Só a ortografia que ainda não fechamos: Será melhor Funny ou Fani?
Talvez por ainda ser muito novinha, se interessa pelos itens mais improváveis. É aquela propaganda do pai que compra uma boneca caríssima pra filha e ela passa o dia brincando com a caixa.
Agora portas e gavetas que antes ficavam escancaradas - especialmente no quarto onde guardo minhas roupas ? agora tenham que ficar fechadas para evitar invasões e eventuais acidentes.
Ainda assim, fechar as janelas é um exagero, que que tem se ela ficar na janela olhando pra baixo, não vai cair...
Explico:
Semana passada eu voltava de uma descida até a garagem quando vi algumas crianças brincando com ela e só notei a existência dela porque queria estar certo de que as crianças não judiavam dela.
Quando comecei a subir a escada para o terceiro andar, onde moro, ela passou por mim correndo e parou no primeiro andar pra me esperar. Continuei meu caminho e ela repetiu a corrida, parando no segundo. Eu mais uma vez passei direto. Ela me ultrapassou uma vez mais e chegou no terceiro antes de mim.
Daí abri a porta e ela entrou, ficou reconhecendo o lugar e daí ouvi a Alê falar:
- Num gosto de gato.
Mas daí meio que ensinei a Alê a brincar com a gata, uma filhotinha vira lata. E alguns minutos depois a Alê já estava preocupada com a gata:
- Será que ela esta com fome ? enquanto preparava uma tigelinha de leite.
- Acho que ainda tem fome ? o leite tinha ido todo e já vinha uma travessa de carne moída, que também foi inteira.
Surgiu um pano pra gata passar a noite e a promessa do teste; Se na manhã seguinte quando eu abrisse a porta para ir trabalhar a gata me seguisse escada abaixo, já era, boa sorte!
No dia seguinte, na hora de sair, depois da Alê limpar o serviço da gata desacostumada com leite, veio o teste.
Abri a porta ela saiu, foi até o vaso do hall do andar, me acompanhou, dessa vez com os olhos enquanto eu descia e voltou pra detrás das pernas da Alê, lá dentro do apê.
Resultado: Uma semana já se foi, já tem cama, liteira (aquela caixa de areia pra usar de banheiro), tigelas próprias de água e ração, dois tipos de ração, uma visita ao veterinário, uma vacina, vários brinquedos e nome.
Só a ortografia que ainda não fechamos: Será melhor Funny ou Fani?
17.1.07
E como estou querendo cuidar um pouco da minha, achei ou fui achado por uma turma que está a fim de jogar basquete.
Achei essa a melhor idéia do ano até agora, embora a idéia tenha surgido no ano passado, mas isso é só um detalhe.
O fato é, um esporte que não é a paixão nacional como o basquete é excelente para gordos sem preparo físico e habilidades magistrais com os pés como eu e outros. Explico:
Quando se organiza uma turma de colegas de serviço para usar um campo ou quadra de futebol, seja salão, campo, soceity (?) ou qualquer outra modalidade, sempre aparecem aqueles que jogam bem, e que fazem questão de ganhar e jogar bem, daí os ruins são destinados ao gol ou alguma lateral, de forma que não precise ser muito acionado. Ou se é acionado e faz merda, ouve uns xingos e perde ainda mais a vontade de continuar jogando.
Tais pessoas são mais raras no basquete. E se algum desses surgir, a idéia é mudar para peteca, badmington ou qualquer esporte onde todos sejam o mais proximamente amadores.
----x----
Algo que realmente me preocupava e que me fez ponderar alguns dias foi o playstation 2. Ouvi reclamações diversas sobre o tempo em que passava jogando e "não dando atenção". Achei que realmente estivesse exagerando, que um pouco mais de auto controle seria necessário. Mas depois de algumas conversas com outros proprietários descobri; é inerente à condição homem x mulher. Ou seja: Todas as companheiras de todos os donos de um PS2 reclamam do tempo que se passa na frente da tela.
O bom é que não sou exceção à regra.
E fiquei pensando um pouco mais no assunto e cheguei à seguinte conclusão: Muitos homens saem varias noites para beber com seus amigos, muitos outros passam fins de semana fora pescando, outros ainda jogam futebol nas famosas quartas feiras à noite. Eu gosto de jogar PS2. Esse meu hobby tem ainda as seguintes vantagens:
1 não serve de desculpa para sair e ver uma eventual amante
2 me mantém em casa onde posso ser localizado caso uma lata de palmito não abra ou um inseto surja
3 Não deixa Bafo de cachaça
4 Aprimora meus conhecimentos do idioma inglês
5 Aumenta o leque de assuntos para rodinhas de conversa na maquina de café
6 reduz o tempo de uso do computador e internet, que também é usado para jogos, mas os do PS2 são mais legais.
7 Reduz o tempo que fico com o controle remoto na mão trocando de canais a cada 3 segundos
8 reduz meu stress em ficar assistindo a novela das 6, das 7, das 8, big brother, globo repórter, diarista, casseta e planeta, linha direta, amazônia...
Achei essa a melhor idéia do ano até agora, embora a idéia tenha surgido no ano passado, mas isso é só um detalhe.
O fato é, um esporte que não é a paixão nacional como o basquete é excelente para gordos sem preparo físico e habilidades magistrais com os pés como eu e outros. Explico:
Quando se organiza uma turma de colegas de serviço para usar um campo ou quadra de futebol, seja salão, campo, soceity (?) ou qualquer outra modalidade, sempre aparecem aqueles que jogam bem, e que fazem questão de ganhar e jogar bem, daí os ruins são destinados ao gol ou alguma lateral, de forma que não precise ser muito acionado. Ou se é acionado e faz merda, ouve uns xingos e perde ainda mais a vontade de continuar jogando.
Tais pessoas são mais raras no basquete. E se algum desses surgir, a idéia é mudar para peteca, badmington ou qualquer esporte onde todos sejam o mais proximamente amadores.
----x----
Algo que realmente me preocupava e que me fez ponderar alguns dias foi o playstation 2. Ouvi reclamações diversas sobre o tempo em que passava jogando e "não dando atenção". Achei que realmente estivesse exagerando, que um pouco mais de auto controle seria necessário. Mas depois de algumas conversas com outros proprietários descobri; é inerente à condição homem x mulher. Ou seja: Todas as companheiras de todos os donos de um PS2 reclamam do tempo que se passa na frente da tela.
O bom é que não sou exceção à regra.
E fiquei pensando um pouco mais no assunto e cheguei à seguinte conclusão: Muitos homens saem varias noites para beber com seus amigos, muitos outros passam fins de semana fora pescando, outros ainda jogam futebol nas famosas quartas feiras à noite. Eu gosto de jogar PS2. Esse meu hobby tem ainda as seguintes vantagens:
1 não serve de desculpa para sair e ver uma eventual amante
2 me mantém em casa onde posso ser localizado caso uma lata de palmito não abra ou um inseto surja
3 Não deixa Bafo de cachaça
4 Aprimora meus conhecimentos do idioma inglês
5 Aumenta o leque de assuntos para rodinhas de conversa na maquina de café
6 reduz o tempo de uso do computador e internet, que também é usado para jogos, mas os do PS2 são mais legais.
7 Reduz o tempo que fico com o controle remoto na mão trocando de canais a cada 3 segundos
8 reduz meu stress em ficar assistindo a novela das 6, das 7, das 8, big brother, globo repórter, diarista, casseta e planeta, linha direta, amazônia...
14.12.06
nao sei se por obrigaçao ou vontade...
Mas eis me de volta. Com algumas varias novidades; boas, não tão boas, as da categoria "não fedem nem cheiram" e aquelas que poderiam ter sido bem piores.
Muito provavelmente nao conseguirei relatar todas e nem é esse o propósito dessa visita depois de tanto tmpo semdar muita bola pra esse hospício particular - ja que o unico louco com permissão para dar as caras soy jo.
Mas é isso, depois de um período de readaptação estamos mais ou menos de volta exatamente onde estávamos a quase um ano. Sim, é aqui, longe de tudo. Incrível notar como depois de 17 meses uma cidade pode não mudar absolutamente nada. nenhuma construção, nenhuma reforma expressiva, nada. Mais um contraste com São Paulo, cidade eternamente em mutação.
Nesse mes e pouco desde minha volta tive dengue, que minha avó, coitadinha, numa de suas confusões - já notórias ao trocar nomes de namoradas de netos e namorados de netas - trocou o nome de minha doença e agora todos da familia se preparam para me dar coquetéis a base de AZT no natal...
Estou tremendamente enfiado no trabalho, com vários assuntos complexos rolando ao mesmo tempo e isso é muito bm porque faz o tempo voar e eu nem lembrar dos idos tempos de marasmo de que eu tanto reclamava aqui mesmo.
Até fiz umas contas que mostraram ser bastante viável adquirir um carro por aqui. E como foi dificil essa missão. As carros usados daqui parecem terem sido ringue de rinha de pit bulls. mas achei um razoável que espero que nao desmonte antes de a gente ir embora.
E agora as banaliades: Comprei um celular novo e achei do caralho. Nunca fui dado a traquitanas, mas achei essa porra funcional e compacta de umjeito que sei lá.
Estou com mais ou menos 35 horas de jogo em Final Fantasy XII. É o primeiro FF que jogo, mas estou vidrado.
E por fim, uma fofoca. Eu estava em duvida se deveria ou nao divulgar mas minha inconsequencia supera quase tudo.
Em sua primeira intromissão pela cozinha desde chegou aqui a Alê quase destoi a cozinha, que só se salvou pq ela nao tampou a panela de pressão adequademente. mas a panela, seu conteúdo e a atmosfera da cozinha, sala,ou melho, do apartamento... Não, do prédio - sem exagero - ficou comprometida por dias.
Ah, em tempo, também adquiri meu primeiro Pen Drive e minha primeira WEB CAM...
Que evolução!!!
Muito provavelmente nao conseguirei relatar todas e nem é esse o propósito dessa visita depois de tanto tmpo semdar muita bola pra esse hospício particular - ja que o unico louco com permissão para dar as caras soy jo.
Mas é isso, depois de um período de readaptação estamos mais ou menos de volta exatamente onde estávamos a quase um ano. Sim, é aqui, longe de tudo. Incrível notar como depois de 17 meses uma cidade pode não mudar absolutamente nada. nenhuma construção, nenhuma reforma expressiva, nada. Mais um contraste com São Paulo, cidade eternamente em mutação.
Nesse mes e pouco desde minha volta tive dengue, que minha avó, coitadinha, numa de suas confusões - já notórias ao trocar nomes de namoradas de netos e namorados de netas - trocou o nome de minha doença e agora todos da familia se preparam para me dar coquetéis a base de AZT no natal...
Estou tremendamente enfiado no trabalho, com vários assuntos complexos rolando ao mesmo tempo e isso é muito bm porque faz o tempo voar e eu nem lembrar dos idos tempos de marasmo de que eu tanto reclamava aqui mesmo.
Até fiz umas contas que mostraram ser bastante viável adquirir um carro por aqui. E como foi dificil essa missão. As carros usados daqui parecem terem sido ringue de rinha de pit bulls. mas achei um razoável que espero que nao desmonte antes de a gente ir embora.
E agora as banaliades: Comprei um celular novo e achei do caralho. Nunca fui dado a traquitanas, mas achei essa porra funcional e compacta de umjeito que sei lá.
Estou com mais ou menos 35 horas de jogo em Final Fantasy XII. É o primeiro FF que jogo, mas estou vidrado.
E por fim, uma fofoca. Eu estava em duvida se deveria ou nao divulgar mas minha inconsequencia supera quase tudo.
Em sua primeira intromissão pela cozinha desde chegou aqui a Alê quase destoi a cozinha, que só se salvou pq ela nao tampou a panela de pressão adequademente. mas a panela, seu conteúdo e a atmosfera da cozinha, sala,ou melho, do apartamento... Não, do prédio - sem exagero - ficou comprometida por dias.
Ah, em tempo, também adquiri meu primeiro Pen Drive e minha primeira WEB CAM...
Que evolução!!!
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